quinta-feira, 5 de junho de 2008

DENÚNCIA
a tabela de equivalências


Saíu finalmente a tabela de equivalências do actual curso de 5 e 4 anos para o de 3. Claro que de equivalências só mesmo o nome. Ora vejamos então os acontecimentos do ano lectivo:

No início do ano os alunos do 5º ano com disciplinas em atraso foram passados para o curso de 4 anos (com excepção de mim - ufa!!!), passando a frequentar o actual 3º. Foi-lhes dada a indicação de que o 3º ano seria um ano terminal (apesar de estar incluído na licenciatura de 4 anos) e foram adaptados os curriculums das disciplinas nucleares, com vista à "largada" dos alunos no mundo profissional.

No início do 2º semestre, alunos e professores foram informados de que, afinal, existiria novamente um ano de transição (o 4º ano, portanto), e que por esse motivo o 3º ano já não seria um ano terminal.

Os alunos, que estavam a fazer cerca de 9 disciplinas por semestre desesperaram, porque têm que fazer mais um ano. Por este motivo, a maioria dos alunos decidiu dedicar-se apenas às disciplinas nucleares, deixando as outras para trás - sob pena de, não o fazendo, não conseguirem passar a nada - acrescentando-as ao horário do ano que vem.

Esta semana saíu a tabela de equivalências do novo curso de 3 anos. Há dois dias houve uma «sessão de esclarecimento sobre as equivalências». Os alunos foram informados de que, não só não passariam para o 4º ano se tivessem alguma disciplina em atraso, como as disciplinas nucleares do actual 2º semestre não dão equivalências no curso novo, NEM LHES SERÁ ATRIBUÍDA QUALQUER CREDITAÇÃO - bem como a todas as outras disciplinas já realizadas ao longo de todos estes anos que não constem do curso novo (quase todas, portanto).

Ficamos então com alunos que no início do ano estavam no 5º ano, e que no final do ano descobrem que terão que fazer - na melhor das hipóteses - mais um ano para conseguirem ficar com uma licenciatura de 3 anos.

É indescritível a imagem de alunos que descobrem que as disciplinas que foram aconselhados a deixar para trás, em detrimento das nucleares, são exactamente as que lhes trariam algum benefício. É indescritível a imagem de professores que, a duas semanas das avaliações finais, ficam sem alunos e de mãos atadas.

A minha faculdade é espectacular.
Baba

Querida Dinocas,
Depois de uma curtíssima reflexão sobre este tema que me é tão querido, cheguei à seguinte conclusão: claramente a baba infantil é uma consequência da queda do Homem. Devia vir na sequência do "com o suor do rosto" e das "dores de parto". É assim tipo as melgas. Existem, mas não fazem nem falta nem ninguém mais feliz. HAHAHA!!!! Ainda assim, o Kawai e a Sara são lindos! =)
Trabalhos e filmes

Hoje de manhã vi o Dark City por causa de um trabalho da faculdade. Muito fixe =)

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Os 4 cavaleiros da távola sociológica

é um nome que sempre motiva mais para o trabalhito. Consigo ler nos oráculos sociológicos que o futuro próximo nos reserva grandes surpresas relativamente à evolução do ensino das Belas-Artes desde o academismo... Surpresas no valor de 3000 palavras... Em saldos até dia 21.

Nuno, Joana e Catarina: Ganbaru mina!

terça-feira, 3 de junho de 2008

Trabalhos em curso

post-it cities
design inclusivo
eco-packaging
KidsGames
fotos casamento Bianco
trabalho de sociologia
trabalho de História do Design
arqueologia e património
refazer trabalhos do 5º ano para avaliação final
boletim V

Ter coragem para ser «como deve ser»


A verdade é que a mentalidade contemporânea coloca bem longe de tudo isto uma enorme multidão de pessoas que não assumem nem proclamam o seu amor na ilusão de que, deste modo, não se «obrigam» a ele, além de se abrigarem nele. Como se a liberdade não obrigasse a viver bem e justamente!

(....)

Em verdade só o contexto conjugal, livre e devidamente assumido, oferece às relações sexuais humanas as melhores condições e possibilidades para que sejam vividas na sua plenitude, capazes até de enfrentar e ultrapassar as dificuldades muito habituais neste capítulo da vida de qualquer casal. Dá-lhe a necessária verdade e liberdade! Não é «ser como antigamente». É ser, contexto da nossa cultura, «como deve ser».

José Luís Borga in Família Cristã aqui

segunda-feira, 2 de junho de 2008

O estado das coisas

Buzinões, boicotes, reclamações, assassinatos... e muito futebol. Assim está Portugal.