terça-feira, 18 de novembro de 2008

E não é que...

Numa ida à farmácia descobri que não sou a única da minha espécie? Fantástico!


segunda-feira, 17 de novembro de 2008

O estado na nação

hoje manifestou-se no meu carro. Sem misticismos, sem dúvidas nem pudores: saí da MAKRO, cheguei ao carro, e faltava-me a matrícula da frente. SÓ a da frente.

De modo que:
Makro - almoço - Faculdade - selos de lacre - MARL

passou a:
Makro - Esquadra de Telheiras - Oficina - padaria - oficina - Casa - MARL

Valeu-me a máquina de cortar massa fresca que trouxe da Makro. Só que com os 15€ da matrícula nova acabou por ficar quase ao mesmo preço das outras compradas cá fora. Bahhh...

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Bom, o seguimento das sondagens

Segundo as duas sondagens, a maioria das pessoas deram as suas respostas no sentido de que a vida que têm neste momento ainda não satisfaz completamente, mas que estão a trabalhar para que esta situação mude. Também eu estou a trabalhar no sentido de mudar algumas coisas que não podem continuar iguais por mais tempo.

Algumas das coisas que nos incomodam estão directamente relacionadas com (e, num certo sentido, são o reflexo de) a dita "crise". Não sei se a crise existe realmente, ou se é uma "manigância" que nos conduz até ela (o síndroma de pânico da crise que gera a própria crise, tal como se verificou quando, há uns meses, se enfatizou nos media a possibilidade de uma falta de gasolina nas bombas. Se bem se lembram, os portugueses - possuídos por esta espécie de pânico de crise - acorreram em massa às gasolineiras, gerando eles mesmos a dita falta de combustível, que de outro modo não se verificaria). Seja como for, penso que todos sem excepção concordamos que isto não pode permanecer como está durante muito mais tempo. Seja porque a "sem vergonhice" apesar de tudo também tem limites, seja porque, efectivamente, não há tanto dinheiro real como se pensa, e o que existe está na posse de cada vez menos pessoas.

Eventualmente - e inevitavelmente - mais cedo, espero eu, do que tarde, as coisas vão mudar de figura.

Enquanto isso não acontece, e enquanto não chega o dia D (ou U, de urnas), podemos entreter-nos de várias formas. A saber, algumas delas: fazer o exercício de conseguir estar mais de 10 minutos com atenção a um dos telejornais da SIC ou TVI e tentar extrair os 5s de informação noticiosa real; comprar o expresso, o independente e o correio da manhã para saber o que se passa na política (que em Portugal se divide em duas grandes áreas: o governo e o futebol) deste nosso querido país e entreter-nos a perceber a que facções do governo pertencem os jornalistas dos artigos; ou simplesmente aniquilarmos alguns dos nossos (muito pouco) governantes aqui.

Aceitam-se mais sugestões.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Insanidade

Dizia aqui, no blog da Ladybug que “Não há nada que seja maior evidência de insanidade do que fazer a mesma coisa dia após dia e esperar resultados diferentes.” Outra forma de colocar a mesma frase seria dizer que não há maior evidência de insanidade do que querer que algo mude mas manter o mesmo procedimento de sempre. Estaremos todos loucos?

domingo, 9 de novembro de 2008

A todos os que não se pronunciam

mas que passam por aqui, lêem e reagem. Deixem a vossa molha por estes lados, gosto de vos ouvir. Anonimato até pode ser, mas digam-me que reacções vos foram suscitadas quando confrontados com algumas coisas, ou simplesmente como se sentem hoje. =)

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Como antigamente

Ainda um bocadinho no seguimento do post anterior e da sondagem (que, relembro, ainda está aberta para votação), aqui fica um pensamento que me mandaram.

"Fala-se tanto da necessidade de deixar um planeta melhor para os nossos filhos, e esquece-se a urgência de deixarmos filhos melhores para o nosso planeta ..."

E se é verdade que a tradição não é o que era, os filhos, esses, deviam ser. Pelo menos nalgumas coisas. Deixando as leituras pervertidas de lado... se "já não se fazem filhos como antigamente" de quem será a culpa?

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

...as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo.

Nem sempre as coisas acontecem como sonhámos. Pior, muitas vezes elas não acontecem sequer como planeámos. Paramos no final, para fazer um balanço forçado (que deveria ter sido feito muito antes mas que, por uma razão ou por outra, não fizemos), e na balança os pratos estão tão desnivelados que nos custa inclusivamente perceber como chegámos ali. Começamos a contar os pesos, um a um, e a tentar descobrir como foi que ali os colocámos e em que altura deixámos de nos importar ou simplesmente perdemos o foco. Um "estás a crescer, a ficar adulto" revela-se bastante insatisfatório, assim como a visão de uma vida onde o "ser adulto" é sinónimo de desistir dos sonhos e dos sorrisos espontâneos e significa cair na mornidão que torna o nosso coração putrefacto. Ora, uma vez que é do coração que procedem as fontes da vida, não admira que ao redor só se vejam pessoas mortas. Mesmo as que deviam estar vivas. Mesmo as que apregoam aos 7 cantos que estão vivas. Numa linguagem bem simples de criança, "não satisfaz". Uma vidinha medíocre, igual a tantas outras, conformada àquilo que a sociedade dita desenvolvida obriga. O emprego certo, a roupinha da moda, uma casa, um carro, a corda ao pescoço pendurada num madeiro com iniciais aos estilo de um BPN, ir trabalhar todos os dias para o emprego que não se gosta, com as pessoas de quem não se gosta, para, no fim do mês, dar 2 pequenos centímetros de folga na garganta. Relacionamentos quebrados, corações magoados, falta de perdão, de compreensão e de humildade. Amizades incinceras, mentiras, traições, medo. Não foi para isto que o ser humano foi pensado e cuidadosamente criado. E não foi para isto que fomos restaurados. Até quando esta visão limitada e mesquinha da vida?